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	<title>Vinicius Braga &#187; Sustentabilidade</title>
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	<description>Delírio e Distopia</description>
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		<title>Técnicas gerenciais Aplicadas em nossa vida particular</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 10:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	
		&#8220;Técnicas gerenciais aplicadas na vida pessoal e seus relacionamentos, transformam pessoas ao seu redor em Fato Gerador de Recebíveis.&#8221;
	]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote>
		<p><em>&#8220;Técnicas gerenciais aplicadas na vida pessoal e seus relacionamentos, transformam pessoas ao seu redor em Fato Gerador de Recebíveis.&#8221;</em></p>
	</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Reflexão de Twitter</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	Percebe a motivação atual de criar por avareza e para o fim de outra coisa? Fim do Google, Twitter, Ipod e tudo mais&#8230;

	&#8230;devemos pensar no CRIAR com o CONVIVER, e não na absolescência das coisas. Senão, seremos nós como Humanidade os extintos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Percebe a motivação atual de criar por avareza e para o fim de outra coisa? Fim do Google, Twitter, Ipod e tudo mais&#8230;</p>

	<p>&#8230;devemos pensar no <span class="caps">CRIAR</span> com o <span class="caps">CONVIVER</span>, e não na absolescência das coisas. Senão, seremos nós como Humanidade os extintos.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Desintoxicação Tecnológica</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 12:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	Com este processo de enxugamento monetário que passamos, a diminuição de lançamentos de novos produtos está certa. Vamos aproveitar para começarmos uma desintoxicação do consumismo, da compra irracional de produtos que consomem recursos naturais não renováveis e de grande poluição ambiental em todo o seu processo, da extração de sua matéria prima até o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Com este processo de enxugamento monetário que passamos, a diminuição de lançamentos de novos produtos está certa. Vamos aproveitar para começarmos uma desintoxicação do consumismo, da compra irracional de produtos que consomem recursos naturais não renováveis e de grande poluição ambiental em todo o seu processo, da extração de sua matéria prima até o seu descarte.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre comprar um novo HD</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 15:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	
		&#8220;We need to think how to materialize this and not to hide in more bytes&#8221;
	]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote>
		<p><em>&#8220;We need to think how to materialize this and not to hide in more bytes&#8221;</em></p>
	</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Férias de mim!&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 12:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	Você já tirou férias de você mesmo? Se não, você deve começar a pensar sobre isto.

	O que acontece hoje é que nos tornamos escravos também de um sistema de auto-promoção, e que existem até revistas especializadas neste tipo de auto-escravização (imolação?), e não nos damos conta como isto absorve-nos, afundando a nossa percepção e relações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Você já tirou férias de você mesmo? Se não, você deve começar a pensar sobre isto.<span id="more-254"></span></p>

	<p>O que acontece hoje é que nos tornamos escravos também de um sistema de auto-promoção, e que existem até revistas especializadas neste tipo de auto-escravização (imolação?), e não nos damos conta como isto absorve-nos, afundando a nossa percepção e relações pessoais num pragmatismo insalubre para o nosso espírito.</p>

	<p>Mas este não é o meu caso até agora, fui criado para uma abnegação ao trabalho evitando a promoção pessoal. Nada como a doutrina familiar, baseada em veios religiosos, para formar um ser escondido e com baixa auto-estima (Receita mais do que perfeita para o controle das pessoas e o fomento do consumismo).</p>

	<p>Mas então, nestes 30 dias que se passaram, trabalhei sem trabalhar, conversei sem conversar, respondi sem responder. E o resultado é, infelizmente, o mesmo do que nas tantas vezes outras que eu respondi, eu conversei e eu trabalhei.</p>

	<p>Então, o que Sou não altera em nada as pessoas ao meu redor. Não inspiro nada, não transformo nada, e na verdade estou tão estagnado quanto o fundo de uma lagoa represada, enquanto tento seguir este mantra contemporâneo de se atualizar o tempo todo. </p>

	<p>Na verdade, estar atualizado continuamente é o &#8220;meio copo cheio&#8221; do Copo da Absolescência. E desta água bebemos e somos escravos, sem perceber a ilusão de quem nos oferece esta água e como somos manipulados para adquirí-la. </p>

	<p>A busca pelo ineditismo nos faz iguais sempre: criando novas barreiras simbólicas (carros, gadgets, relógios, roupas&#8230;), novas castas, novos grupos com os seus privilégios.</p>

	<p>As minhas férias acabaram revelando o quanto não sou eu, e que sigo um rio que sempre desagua nele mesmo, sem encontrar o seu mar. </p>

	<p>Que no final deste ano de 2008 do Calendário gregoriano, não se renove este caminho, mas que surjam outros criados por mim mesmo, da minha própria fonte, e que floresça ipês-amarelos que inspirem outros em sua busca pessoal.</p>

	<p>Beijos para todos.</p>

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		<title>IPhone: Produto Emblemático do Início do Séc 21</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 14:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	
		&#8220;(&#8230;) me deu uma coceira, e vim comprar mais um!&#8221;
Anônimo (melhor assim!) em entrevista no lançamento no Brasil.
	]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote>
		<p><em>&#8220;(&#8230;) me deu uma coceira, e vim comprar mais um!&#8221;</em><br />
<strong>Anônimo (melhor assim!) em entrevista no lançamento no Brasil.</strong></p>
	</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Buckminster Fuller no Whitney em Nova York</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 20:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Exposição sobre Buckminster Fuller no Whitney em Nova York, até setembro de 2008]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote>
		<p>&#8220;Velho Buky, penso em você toda vez que acho que deveria deixar de economizar um recurso, não importa se é uma linha de código na minha programação, uma folha de papel usada ou água &#8230; Vivemos em um planeta pequeno, e cada um de nós irá pagar pelo preço de nossa vilania e omissão. Palavras bonitas&#8230; mas o que você realmente tem feito para mudar isto? é Vini, o silêncio não é o bastante&#8230;&#8221;</p>
	</blockquote>

	<p>Isto foi o que passou pela minha cabeça, quando li o texto selecionado por Elizabeth Kolbert, mencionado  em um <a href="http://www.treehugger.com/files/2008/06/kolbert-on-fuller.php">artigo no TreeHugger</a>  desta semana, para a exposição no Whitney Museum of American Art chamada: <strong>Buckminster Fuller: Starting with the Universe</strong>.</p>

	<p>Para saber mais, existe uma <a href="http://www.newyorker.com/online/2008/06/09/slideshow_080609_fuller">reportagem na revista online The New Yorker</a>  sobre a exposição e outra falando sobre as idéias de Buky, chamada <a href="http://www.newyorker.com/reporting/2008/06/09/080609fa_fact_kolbert">Dymaxion Man</a> , referindo ao famoso carro em forma de gota de 1933. Sem dúvida, um ET entre nós.</p>

	<p>T+</p>]]></content:encoded>
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		<title>Consumidor Ambientalmente-Paranóico I</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 02:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Reflexão sobre o processo de compra e quanto ele irá mudar em cenários de matéria prima escassa e de grande pressão ambiental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Nunca fui um consumidor compulsivo por simplesmente ter sido educado para viver em penúria. Mas dos poucos CDs de música que comprei, não os ouço nenhum com freqüência. E isto me faz pensar sobre o nosso processo de compra e quanto ele irá mudar em cenários de matéria prima escassas e de grande pressão ambiental .<span id="more-82"></span></p>

	<p>O fato é que hoje não consigo mais comprar um produto sem imaginar se realmente preciso dele e por quanto tempo manterei o interesse em seu uso. Esta reflexão veio da minha relação com os meus CDs de música. Com isto, novos fatores determinam a minha compra, qual seja:</p>

	<ol>
		<li>Por quanto irei remunerar uma companhia por ter ameaçado a natureza (<strong>preço e culpa</strong>)?</li>
		<li>E agora que ela conseguiu o meu interesse, devo adquiri-lo (<strong>necessidade correspondida</strong>)?</li>
		<li>Os produtos concorrentes são capazes de suprir as mesmas necessidades com um custo menor do meu capital (produtos similares)?</li>
		<li>O produto mais destacado tem peças com materiais nobres?</li>
		<li>As linhas e formas do produto, são exageradas ou discretas?</li>
		<li>As cores são do momento ou <del>atemporal</del> atemporais</li>
	</ol>

	<p>Porque falo tudo isto aqui&#8230; tudo para dizer que estamos num momento de reflexão sobre os nossos processos produtivos (e como iremos adequar a nossa sociedade atual, que foi  adestrada para &#8220;consumir&#8221; os produtos que adquire e desprezá-los tão logo um lançamento novo tenha sido apresentado). Enfim&#8230; vale me Deus não sei o que vêm pela frente, mas quero ter uma idéia que ajude a todos neste período de transição</p>]]></content:encoded>
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		<title>Como estamos no início do Séc XXI?</title>
		<link>http://viniciusbraga.com/weblog/distopia/como-estamos-no-inicio-do-sec-xxi</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 18:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Distopia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	Vivemos num período de desafios encobertos. Nós convivemos com o crescimento desagregador e em estágio derradeiro sobre o nosso meio ambiente, enquanto colocamo-nos como vítimas.

	A mensagem é curta, assim sobra tempo para pensar.

	O equilíbrio nas forças da natureza é intuído pelo homem desde sempre. Este princípio é tão evidente, que ele é recorrente em nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Vivemos num período de desafios encobertos. Nós convivemos com o crescimento desagregador e em estágio derradeiro sobre o nosso meio ambiente, enquanto colocamo-nos como vítimas.<span id="more-17"></span></p>

	<p>A mensagem é curta, assim sobra tempo para pensar.</p>

	<p>O equilíbrio nas forças da natureza é intuído pelo homem desde sempre. Este princípio é tão evidente, que ele é recorrente em nosso imaginário simbólico, veja o caso do Yin e Yang. Ele está alí para simbolizar a coexistência dos opostos e complementares de um todo. </p>

	<p>Hoje, o desiquilíbrio é visível nas pragas sobre a agricultura, no assoreamento dos rios, nas doenças e vírus emergentes, no avanço do mar nas linhas costeiras, e em outras diferentes formas, que deixamos de querer entender. Todas elas conseqüências de nossas ações na tentativa de controlar e usurpar o equilíbrio natural.</p>

	<p>Será possível evitar por mais quanto tempo a &#8220;natureza e seu equilíbrio&#8221;? Porque é isto que fazemos. Alteramos o equilíbrio para o nosso interesse imediato, para matermos uma cultura do consumismo, da alienação, valorizando  o desejo inconseqüente e o acúmulo de bens despreocupados do seu descarte.</p>

	<p>Este estado alienado de nossa sociedade, alimentado pelo sistema de mercado atual e de propaganda gerando demanda, nos impõem a insatisfação. Ele se alimenta da divisão das pessoas em seus &#8220;nichos&#8221;; e em alguns casos, ele o cria para poder cultivar esta diferença, esta exclusividade, como uma razão maior para ser indivíduo. </p>

	<p>Ser, já é alcançar a individualização. Mas o sistema atual nos envolve, cria um ruído em nossa percepção, e não nos deixa perceber isto.</p>

	<p>Estamos desagregados. Idealizamos um bem para nós, sem medir as conseqüências para o próximo e para a natureza. </p>

	<p>Como seres vivos capazes de subjugar outros seres vivos no planeta, acreditamos que podemos utilizar o máximo de todos os recursos naturais, mas esquecemos que estamos primeiro extinguindo as nossas reservas éticas neste processo. Utilizamos os recursos do planeta para o bem de poucos, e de forma perdulária.</p>

	<p>Vivemos no Séc. <span class="caps">XXI</span> pensando como se fôssemos tribos nômades, capazes de migrar para uma nova região após exaurir a atual. Não teremos chance desta maneira, quando a natureza puxar para sí a parte que lhe cabe do equilíbrio natural.</p>

	<p><em>Artigo publicado em 25 de Janeiro de 2008, mas criado originalmente em 14 de setembro de 2006</em>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Bancos de &#8220;verde&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 13:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre a "onda verde" dos bancos, ela ainda está no início. O risco é a super exposição das propagandas institucionais promover um rápido desgaste deste ideal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sobre a &#8220;onda verde&#8221; dos bancos, ela ainda está no início. O risco é a super exposição das propagandas institucionais promover um rápido desgaste deste ideal.<span id="more-67"></span></p>

	<p>No texto <a href="http://renata.adm.br/2008/01/21/bancos-entram-na-onda-verde/">Bancos entram na “onda verde”</a> , no blog de Sustentabilidade e Responsabilidade Social de Renata Céli, apresenta as novas ações de responsabilidades ambiental dos bancos no Brasil. Como um dos grandes usuários de papel, ternos e gravatas, e energia elétrica em seus escritórios de aço e vidro, os bancos estão voltados na utilização sustentável das florestas e na &#8220;neutralização do carbono&#8221;. Isto é uma moda?</p>

	<p>A transformação das atitudes em modismos, com data de término no próximo verão, é possivelmente o resultado de nossa estrutura de comunicação alienada dos assuntos importantes, e corrompida pela necessidade de promover os &#8220;releases&#8221; do momento. Isso só não irá acontecer tão rápido quanto um modismo da tanga de crochê do Gabeira, porque empresas especializadas em promover &#8220;atitudes ecológicas&#8221;, já estão neste mercado de serviço de comunicação. Então para preservar a &#8220;sustentabilidade&#8221; de seus negócios emergentes, este assunto ainda durará por mais tempo.</p>

	<p>Nos manter informados sobre estas ações institucionais, em blogs especializados como da Renata Céli, será perfeito para podermos manter uma documentação sobre estas iniciativas, com maior duração do que os folhetos e campanhas promovidas por estas empresas eco-comunicativas. E com isto, poderemos realmente apoiar as empresas verdadeiramente &#8220;verdes&#8221;.</p>]]></content:encoded>
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