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	<title>Vinicius Braga &#187; Cultura Digital</title>
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	<description>Delírio e Distopia</description>
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		<title>Carta sobre o Mito das Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 01:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[	Caro amigo, esse texto enviado por você ( The Myth of Social Networks By Ralph Forsyth ) expõem muito bem a minha sensação sobre o hype das Redes Sociais.

	Na verdade, vivemos o midiático na net (quem tem mais seguidores, quem é mais &#8220;Popular&#8221; e é isso desde o Orkut no Brasil).

	E com isto, todo hype [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro amigo, esse texto enviado por você ( <a href="http://www.piquenewsmagazine.com/pique/index.php?content=Social%20network%20myths%201713">The Myth of Social Networks By Ralph Forsyth</a> ) expõem muito bem a minha sensação sobre o <strong>hype</strong> das Redes Sociais.<span id="more-425"></span></p>

	<p>Na verdade, vivemos o midiático na net (quem tem mais seguidores, quem é mais &#8220;Popular&#8221; e é isso desde o Orkut no Brasil).</p>

	<p>E com isto, todo <strong>hype</strong> leva a uma desilusão e sensação de vazio, incapaz de ser resolvida sem outro hype maior, como se precisássemos vivênciar um ciclo cada vez mais curto e, necessariamente, mais intenso de surpresas. Que o diga a insatisfação depois do anúncio oficial do iPad da Apple, mesmo assim milhares de pessoas já encomendaram o seu.</p>

	<p>Queremos o atalho para sermos surpreendido de maneira espetacular no final, na lógica masculina do prazer. Somos incapazes de apreciar a história bem contada.</p>

	<p>A surpresa, o terror, o sangue, o suor, a luta, a explosão, o esforço físico, os efeitos digitais; o Adobe Flash com vídeo, música e interação, tudo para valer o quanto pagamos em dinheiro e ou com a nossa atenção.</p>

	<p>Não buscamos mais descobrir os nossos caminhos, quando ouvimos um mestre. Queremos ser ensinados como se pudéssemos receber um arquivo, de pronto uso, por download em nossas mentes.</p>

	<p>A dialética é inexistente em um modelo de consumo do conhecimento. Como pode o aluno julgar o ensino do professor nas suas condições de aluno? Daí cria-se as distorções do professor performático e animador de auditório.</p>

	<p>Voltando as Redes Sociais,  está crescendo aqueles que estão ficando alheios, e existem os que estão ainda por vim. A pergunta é:</p>

	<p>O quê pode precipitar esse desinteresse? E o mais importante, que tipo de conexão desinteressada poderá surgir e ocupar este espaço sempre necessário da nossa interação social?</p>

	<p>Obrigado amigo pelo texto, fiquei muito feliz de poder apreciá-lo.</p>

	<p>Vinicius Braga</p>]]></content:encoded>
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		<title>Técnicas gerenciais Aplicadas em nossa vida particular</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 10:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	
		&#8220;Técnicas gerenciais aplicadas na vida pessoal e seus relacionamentos, transformam pessoas ao seu redor em Fato Gerador de Recebíveis.&#8221;
	]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote>
		<p><em>&#8220;Técnicas gerenciais aplicadas na vida pessoal e seus relacionamentos, transformam pessoas ao seu redor em Fato Gerador de Recebíveis.&#8221;</em></p>
	</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Twitter: A fragmentação final do intelecto</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 03:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>

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		<description><![CDATA[	A atomização da nossa sociedade pode ter razões reconhecíveis nos agentes econômicos e de propaganda, mas o interessante, é quando uma manifestação como o Twitter amplifica este processo de maneira &#8220;invisível&#8221;.

	Andei utilizando o Twitter nestes últimos meses e venho percebendo um processo de regressão da minha capacidade de  ler  textos mais elaborados.

	É como se ocorresse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A atomização da nossa sociedade pode ter razões reconhecíveis nos agentes econômicos e de propaganda, mas o interessante, é quando uma manifestação como o Twitter amplifica este processo de maneira &#8220;invisível&#8221;.<span id="more-415"></span></p>

	<p>Andei utilizando o Twitter nestes últimos meses e venho percebendo um processo de regressão da minha capacidade de  ler  textos mais elaborados.</p>

	<p>É como se ocorresse um processo de ansiedade quando inicio uma leitura prolongada, seria o costume da leitura de textos curtos?</p>

	<p>Posso estar enganado, certamente, mas isto tem um tipo de paralelo com a televisão, na qual existe um processo hipnótico na sua audiência<sup class="footnote"><a href="#fn9455142934c88e4abf21e4">1</a></sup>. Com o surgimento do VideoClip e a <span class="caps">MTV</span>, a fragmetação hipnótica se estabelece de vez em nossa cultura urbana e  ninguém mais questiona isto. No caso dos programas cliente do Twitter, eles provocam um processo de ansiedade e prazer a cada minuto que você recebe ou é mencionado no Twitter (ser mencionado se torna uma recompensa, como um biscoito para o cachorrinho).</p>

	<p>Toda vez que você escreve, você fica esperando ser mencionado (<b>retweet</b>) por alguém? Esta sensação em conjunto com o recebimento de novos micropost a cada minuto, fazem parte de um processo aditivo.</p>

	<p>Sou contra o Twitter? Não.</p>

	<p>Mas devemos estar atentos em como as novas tecnologias estabelecem padrões de comportamento ou &#8220;se encaixam&#8221; em nossa sociedade, e isto é uma vantagem estratégica na criação de novos produtos.</p>

	<p>E você ? Tem o Twitter influenciado em seu costume de leitura ou comportamento?</p>

	<h3>Referências</h3>

	<p id="fn9455142934c88e4abf21e4" class="footnote"><sup>1</sup> <strong>A mídia &#8211; interferências sobre o aparelho psíquico</strong>. Um artigo (em <span class="caps">PDF</span>) de David Léo Levisky, que apresenta uma reflexão esclarecedora sobre a televisão e como ela absorve a nossa atenção, não apenas como curiosidade, mas como um sistema hipnótico. <a href="http://www.davidleolevisky.com/">http://www.davidleolevisky.com/</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Reflexão de Twitter</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 17:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	Percebe a motivação atual de criar por avareza e para o fim de outra coisa? Fim do Google, Twitter, Ipod e tudo mais&#8230;

	&#8230;devemos pensar no CRIAR com o CONVIVER, e não na absolescência das coisas. Senão, seremos nós como Humanidade os extintos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Percebe a motivação atual de criar por avareza e para o fim de outra coisa? Fim do Google, Twitter, Ipod e tudo mais&#8230;</p>

	<p>&#8230;devemos pensar no <span class="caps">CRIAR</span> com o <span class="caps">CONVIVER</span>, e não na absolescência das coisas. Senão, seremos nós como Humanidade os extintos.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Eu Apoio o Sarney</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 14:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>

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		<description><![CDATA[	Todo o sistema de mídia está contra o Sarney, querendo derrubá-lo da Presidência do Senado. Começo a pensar que ele deve estar fazendo algo de bom em favor do Brasil. Logo Apoio o Sarney.

	Quando vemos reunidos os mais diferentes impolutos Senadores, apoiados pelo principal sistema de comunicação brasileiro, tenho uma sensação de legítima preocupação pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Todo o sistema de mídia está contra o Sarney, querendo derrubá-lo da Presidência do Senado. Começo a pensar que ele deve estar fazendo algo de bom em favor do Brasil. Logo Apoio o Sarney.<span id="more-410"></span></p>

	<p>Quando vemos reunidos os mais diferentes impolutos Senadores, apoiados pelo principal sistema de comunicação brasileiro, tenho uma sensação de legítima preocupação pela moral. Mas não é nada disto.</p>

	<p>O que existe, e os caras-pintadas-de-blog-e-twitter não percebem, é a manipulação de conglomerados econômicos na busca da interrupção do projeto do Pré-Sal pelo Governo Federal. </p>

	<p>Como o Brasil sempre teve uma preocupação na proteção de seus recursos naturais, sendo explorados por empresas estatais, este bafafá contra o Sarney, visa o encerramento da proposta do governo, e na esperança de que a oposição vença as próximas eleições, e com isto, continue o sistema de desmantelamento do estado e expropriação das riquezas naturais por empresas estrangeiras,  proporcionado pelo Fernando Henrique. </p>

	<p>O pior é que eu Votei no Fernando Henrique, e votei no Serra, porque o Serra não seria uma continuidade tão danosa quanto do Fernando Henrique. Mas hoje, por ironia, o Lula surpreende com as opções de proteção em favor de nosso país.</p>

	<p>Então, antes de dizer Fora Sarney, pergunte-se como um Sistema de Espoliação Internacional que se beneficiou do Sarney, e que tem negócios com ele, pode querer condená-lo? É porque o Sarney está querendo contrariá-los, e se ele está fazendo isto: Eu apoio o Sarney, por enquanto.</p>

	<p>Faz sentido para você isto?</p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a Originalidade que todos buscam ter&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 14:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>

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		<description><![CDATA[	
		&#8220;O senso de originalidade é proporcional a alienação do passado.&#8221;
	]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote>
		<p><em>&#8220;O senso de originalidade é proporcional a alienação do passado.&#8221;</em></p>
	</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre comprar um novo HD</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 15:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[	
		&#8220;We need to think how to materialize this and not to hide in more bytes&#8221;
	]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote>
		<p><em>&#8220;We need to think how to materialize this and not to hide in more bytes&#8221;</em></p>
	</blockquote>]]></content:encoded>
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		<title>Os zumbis produtivos do Século XI</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 10:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Distopia]]></category>

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		<description><![CDATA[	As nossas bases econômicas e sociais entraram em um ciclo esquizofrênico de formação de consumo efêmero (uma redundância em termos), que está dissolvendo qualquer raiz cultural ou educação voltada para valores éticos na relação social, econômica e ecológica.

	Tudo por causa da vitória econômica, e para mim insustentável, do pragmatismo, que está corroendo as bases culturais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>As nossas bases econômicas e sociais entraram em um ciclo esquizofrênico de formação de consumo efêmero (uma redundância em termos), que está dissolvendo qualquer raiz cultural ou educação voltada para valores éticos na relação social, econômica e ecológica.</p>

	<p>Tudo por causa da vitória econômica, e para mim insustentável, do pragmatismo, que está corroendo as bases culturais da sociedade e transformando pessoas em zumbis produtivos e excitados pela velocidade de suas realizações.</p>

	<p>Toda nova tecnologia abraçada sem discussão, é um grilhão há mais em nossa escravização moderna.</p>

	<p>Em resposta (mas um complemento) ao texto de Renata Céli em : <a href="ttp://renata.adm.br/2009/05/30/quais-sao-os-nossos-valores/">Quais são os nossos valores?</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>jQuery: O Pequeno Notável</title>
		<link>http://viniciusbraga.com/tecnologia/wordpress/jquery-o-pequeno-notavel</link>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 15:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Web Style Sheets]]></category>
		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[	Estou me rendendo ao framework de JavaScrip jQuery. 

	O jQuery [dii-qüêri] é um framework de JavaScript para fazer efeitos visuais, uso para AJAX e controle dos elementos que compõem uma página XHTML (DOM).

	Existem frameworks similares, mas uma vantagem é o seu código enxuto e ainda ser compactável. Somente por este argumento, ele já sairia na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Estou me rendendo ao framework de JavaScrip jQuery. <span id="more-356"></span></p>

	<p>O jQuery [dii-qüêri] é um framework de JavaScript para fazer efeitos visuais, uso para <span class="caps">AJAX</span> e controle dos elementos que compõem uma página <span class="caps">XHTML</span> (<span class="caps">DOM</span>).</p>

	<p>Existem frameworks similares, mas uma vantagem é o seu código enxuto e ainda ser compactável. Somente por este argumento, ele já sairia na frente para sites de alta performance e portais.</p>

	<p>Com relação a sua forma de utilização, ele tem uma sintaxe bem transparente para designers. Um exemplo seria como ele adiciona e retira uma Classe de <span class="caps">CSS</span> em um elemento, veja abaixo: </p>

<pre><code>&lt;p&gt;
 &lt;a href="javascript:void(0);" onclick="$(this).toggleClass('active-jquery-exemplo');"&gt;
  Click para o link ficar Branco com fundo Preto.
 &lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;</code></pre>

	<p>Este código é o suficiente para <strong>adicionar</strong> e <strong>remover</strong> uma Classe (active-jquery-exemplo) de uma etiqueta <span class="caps">XHTML</span>. Experimente o exemplo abaixo:</p>

	<p><script src="http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3.2/jquery.min.js"></script><br />
<p id="jQlink"><a href="javascript:void(0);" onclick="$(this).toggleClass('active-jquery-exemplo');">Click para o link ficar Branco com fundo Preto.</a></p><br />
<style type="text/css" media="screen">#jQlink a.active-jquery-exemplo { color: white; background: black; }</style></p>

	<p>Isso simplifica a execução de alguns efeitos de interface para designers com um mínimo conhecimento de JavaScript e <span class="caps">XHTML</span>.</p>

	<p>Links Relacionados:</p>

	<p>Página Oficial do jQuery<br />
<a href="http://jquery.com/">http://jquery.com/</a></p>

	<p>Slide Show (16páginas) em inglês apresentando o básico para perder o medo inicial: <br />
<a href="http://www.slideshare.net/mobmetech/introduction-to-jquery-1439507">http://www.slideshare.net/mobmetech/introduction-to-jquery-1439507</a></p>

	<p>Você conhece um Slide Show em Português? Comente colocando o link.</p>

	<p>É isso</p>]]></content:encoded>
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		<title>Star Trek 2009</title>
		<link>http://viniciusbraga.com/weblog/cultura-digital/star-trek-2009</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 00:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://viniciusbraga.com/?p=353</guid>
		<description><![CDATA[	Comentário com &#8220;spoilers&#8221; do filme, publicado no fórum do &#8220;TrekBrasilis&#8221;:http://www.trekbrasilis.org/.

	Muito bem, domingo de noite da semana de estréia, todos já viram pelo menos uma vez né&#8230; Pois bem, lí todos aqui e os comentários no blog também.

	Assisti o filme na sexta, uma tarde bonita no Rio de Janeiro na sessão dás 14:00 no New York [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Comentário com &#8220;spoilers&#8221; do filme, publicado no fórum do &#8220;TrekBrasilis&#8221;:http://www.trekbrasilis.org/.<span id="more-353"></span></p>

	<p>Muito bem, domingo de noite da semana de estréia, todos já viram pelo menos uma vez né&#8230; Pois bem, lí todos aqui e os comentários no blog também.</p>

	<p>Assisti o filme na sexta, uma tarde bonita no Rio de Janeiro na sessão dás 14:00 no New York City Center, aproximadamente 15 pessoas no cinema. Curiosidade, teve um casal já pelos 40 anos de idade, abandonou no meio do filme, possivelmente por compromissos familiares. Enfim, uma sessão calma sem manifestações de todo.</p>

	<p>Como um filme em busca da captura da geração Hanna Montana americana, ele tem todos os ingredientes lá mexidos, mas não batidos, porque acrescentaram também as características que estávamos esperando, como fãs de StarTrek.</p>

	<p>Esse tipo de filme vertiginoso e intenso poderia não se justificar para StarTrek, mas isto é um engano, porque a própria idade dos personagens não caberia um desenvolvimento lento e de reflexões filosóficas mais aprofundadas. Logo, a crítica a velocidade dos eventos e seu grau de destruição, deseja resgatar um passado que não poderá ser recuperado, sem antes do americano superar a queda das torres gêmeas.</p>

	<p>Todos os filmes de lá para cá buscam repetir aquela cena fatídica da destruição das torres, querendo entender aquilo, numa repetição angustiante, e que consome tudo que está em volta como na fumaça tóxica do colapso, em nossa pequena dimensão Trekkie: Vulcano colapsa da mesma maneira.</p>

	<p>Para aqueles que expuseram seu coração dizendo que ele é um filme maravilhoso, eu digo: Ele é, maravilhoso!</p>

	<p>Porque ele resgata a esperança em cada trekkie que sente com o coração a série.</p>

	<p>Para aqueles que desejam patrulhar a cada novo lançamento, buscando relacionar a inconformidade com a série que deu origem, precisamos amadurecer os nossos sentimentos, da mesma forma como nós entramos aos poucos na idade adulta.</p>

	<p>Temos que entender que a produção deste nível não se sustenta apenas com as nossas lembranças do passado, mas também buscando a geração Naruto do nosso presente, que o diga a cena de Sulu com uma espada ninja em combate de kenjutsu, quando minutos antes ele referencia a sua arte de luta: esgrima.</p>

	<p>Então é isso, o filme tem direção e roteiro como uma grande propaganda de horário nobre, intenso e vazio, mas conquistando os trekkies, como eu, nos pequenos detalhes de nossos personagems tão queridos e que estávamos desejando matar a saudade.</p>

	<p>Os atores que chamaram atenção neste filme foram: Karl Urban (Bones), Anton Yelchin (Chekov) e &#8230; Zoe Saldana, incrível como ela fica bem naquele uniforme, ela domina quando está em cena com aquele olhar de mulher decidida e apaixonada.</p>

	<p>Mais cedo neste tópico, na 1ª página, eu mencionei que existiam alguns ruídos neste filme. Estes ruídos já foram comentados antes aqui, e são eles:</p>

	<p>1- Um personagem escada cômico para o Scotty, que alienígena é aquele? Pô se fosse pelo menos fôfo, mas não, é feio de doer e não tem nem como fazer ligação emocional alguma.</p>

	<p>2- E o segundo é o beijo de Uhura no transporte, na frente de uma &#8220;platéia&#8221;, completamente desnecessário e inapropriado para os personagens, que são tão dedicados em suas carreiras profissionais.</p>

	<p>Bom, mas nada disto importou muito quando dei 3,5 na votação aqui. Este meio ponto que tirei foi exclusivamente da Trilha Sonora. Se existiu alguma original deste filme. Porque todas as entradas e escapadas musicais tinham referencias às anteriores, e a falta da música tema principal me deixou órfão da Enterprise com o tema de StarTrek, o que me deixa com uma sensação ruim e de vazio. Eu queria ver a Enterprise com a música tema principal ao fundo, o que custa isto? Agora colocam planetas e o espaço com a música no final, se lá fosse um filme da série científica do Carl Sagan Cosmos, mas não gente, é Star Trek, cadê a Enterprise????</p>

	<p>hum&#8230; é isso, <span class="caps">AMEI</span> O <span class="caps">FILME</span> e vou assistí-lo de novo amanhã.</p>]]></content:encoded>
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